Descobri hoje, por um post no Idea Fixa, esse divertido clip do músico Seb Martel, para a música Motus, do álbum Coitry.
Dirigido pelo francês Arno Salters, é um bom intróito para a sua obra. Aproveite e conheça o trabalho do diretor em seu site. Ou veja este, este ou este clip (com comentários do diretor).
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The Work Of Michel Gondry | Blu-Ray "Be Kind Rewind" | DVD Björk Greatest Hits
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Chinesa no Aeroporto
O povo aqui da agência passou mal hoje com esse vídeo. A chinesa perdeu o voo e causou no aeroporto. Até aí, belê. Mas o povo da Buzz pegou o vídeo e o traduziu, à Rivaldo Sai Desse Lago.
Não é novo, mas na mesma linha existe O Cara Tossiu.
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Conexão Chinesa | Culinária Chinesa | Cultura Chinesa
Não é novo, mas na mesma linha existe O Cara Tossiu.
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
F/Nazca e Skol
A F/Nazca é uma das minhas agências de publicidade prediletas. Num momento em que tantas agências procuram saídas para a crise exclusivamente no resultado de vendas, repetindo clichês e deixando de lado a experiência das marcas com seu público, Fábio Fernandes e sua equipe continuam privilegiando a criação. Aliás, desde a sua fundação.
A qualidade dos seus textos fica evidente no portifolio de trabalhos, mas vou destacar os dois filmes (Paquera e Carnaval) da nova campanha “Redondo é rir da vida”, da Skol. Uma idéia simples, toda construída no texto e muito bem executada pela produtora Cine. Situações corriqueiras que se tornam engraçadas pelo olhar Skol.
Paquera
Carnaval
UPDATE:
Entrou no ar há alguns dias o novo filme da campanha Redondo é Rir da Vida, com o mote Torcedores:
Ofertas:
Cooler Skol | Camisinha Skol | Coletânea Skol Beats
A qualidade dos seus textos fica evidente no portifolio de trabalhos, mas vou destacar os dois filmes (Paquera e Carnaval) da nova campanha “Redondo é rir da vida”, da Skol. Uma idéia simples, toda construída no texto e muito bem executada pela produtora Cine. Situações corriqueiras que se tornam engraçadas pelo olhar Skol.
Paquera
Carnaval
UPDATE:
Entrou no ar há alguns dias o novo filme da campanha Redondo é Rir da Vida, com o mote Torcedores:
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Nova abertura de Os Simpsons
No ano em que os Simpsons completam 20 anos de exibição, a sua estréia em HD (720p 16:9) não poderia passar em branco. No episódio do último domingo (15/02), a Fox exibiu uma nova abertura para o programa, uma releitura da vinheta clássica com novos elementos e personagens, além de mais espaço para as piadas. Vale assistir várias vezes, se possível quadro a quadro, para acompanhar todas as mudanças. É de se esperar que venham ainda mais novidades durante todo o ano.
E para quem curte as séries da Fox, foi lançado o Mundo Fox, um portal brasileiro do canal com transmissão em streaming dos seus principais programas.
Ofertas:
Filme Os Simpsons | Os Simpsons 1ª temporada | Os Simpsons e a Ciência
E para quem curte as séries da Fox, foi lançado o Mundo Fox, um portal brasileiro do canal com transmissão em streaming dos seus principais programas.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Maria Bunitta
O mundo da propaganda é feito também de muita bizarrice. Mas bizarro não é necessariamente bom. Tem que ser muito ruim pra ser bom.
Não basta ser uma Mearim Motos. Tem que ser uma Maria Bunitta:
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Noivo Neurótico, Noiva Nervosa | O Filho da Noiva | A Noiva Cadáver
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
A velha ladainha do jornalismo escroto
Aqui em Sorocaba eu não sou exatamente conhecido pela sutileza no trato com a imprensa e seus sucessivos deslizes no tratamento das questões culturais. Só no último ano foram travadas várias discussões, seja pela falta de espaço nas editorias de cultura, pelos equívocos publicados e até mesmo pela incapacidade de alguns profissionais da comunicação em levar ao leitor uma matéria absolutamente coerente.
Após brigas, sugestões e promessas de um relacionamento mais próximo, cooperativo, guardei minhas críticas para momentos específicos. Ao mesmo tempo, conservei a ferramenta do blog para a publicação dos meus comentários que foram vetados pelos jornais. É ótima essa relação, porque mesmo quando o jornal não publica, o conteúdo fica disponível para leitura. E de acordo com os dados do Analytics, os jornais me acessam, me lêem.
Então, hoje (08/02) o jornal Cruzeiro do Sul publicou entrevista com o produtor Marco de Almeida, responsável pela vinda de alguns shows para a cidade, com a manchete “Crise atinge cenário cultural em Sorocaba”. Pensando que se tratava de uma matéria séria, o que li me revoltou, ao enxergar no jornal o preconceito e o descaso pelo que se produz na cidade com o esforço de inúmeros artistas.
Abaixo, segue o texto que enviei ao jornal. Como não acredito na sua publicação pela instituição (nem uma seção de errata eles têm, por que permitiriam que um moleque apontasse o dedo nas suas belas fuças?), posto logo abaixo:
Infelizmente, o jornal abre espaço para a discussão de política cultural novamente pelo viés errado.
A crise não atingiu o cenário cultural sorocabano. A crise atingiu o produtor que depende das grandes empresas para realizar o seu trabalho. A crise atingiu o cenário de shows gratuitos com artistas importados.
E o jornal, ao ilustrar sua matéria de maneira generalizada, favorável à ótica do produtor, ofende os artistas sorocabanos que trabalham diariamente para levar ao seu público momentos de sensibilidade e emoção.
Afirmar que o "cenário cultural" é feito de artistas importados, por meio exclusivo de leis de renúncia fiscal é reduzir o artista sorocabano à condição de marginal. E ainda mais grave é quando essa afirmação é feita pelo jornal de maior circulação na cidade, pois ignora todos os inúmeros projetos viabilizados pela LINC, Secult e até mesmo Fundec.
Esses projetos, sim, podem ser encarados como revolucionários, porque foram feitos por SOROCABANOS para SOROCABANOS. E revolucionários porque estão espalhados pela cidade, não restritos a uma praça no bairro nobre.
Ofertas:
Ética no Jornalismo | Jornalismo e Verdade | O Quarto Poder
Após brigas, sugestões e promessas de um relacionamento mais próximo, cooperativo, guardei minhas críticas para momentos específicos. Ao mesmo tempo, conservei a ferramenta do blog para a publicação dos meus comentários que foram vetados pelos jornais. É ótima essa relação, porque mesmo quando o jornal não publica, o conteúdo fica disponível para leitura. E de acordo com os dados do Analytics, os jornais me acessam, me lêem.
Então, hoje (08/02) o jornal Cruzeiro do Sul publicou entrevista com o produtor Marco de Almeida, responsável pela vinda de alguns shows para a cidade, com a manchete “Crise atinge cenário cultural em Sorocaba”. Pensando que se tratava de uma matéria séria, o que li me revoltou, ao enxergar no jornal o preconceito e o descaso pelo que se produz na cidade com o esforço de inúmeros artistas.
Abaixo, segue o texto que enviei ao jornal. Como não acredito na sua publicação pela instituição (nem uma seção de errata eles têm, por que permitiriam que um moleque apontasse o dedo nas suas belas fuças?), posto logo abaixo:
Infelizmente, o jornal abre espaço para a discussão de política cultural novamente pelo viés errado.
A crise não atingiu o cenário cultural sorocabano. A crise atingiu o produtor que depende das grandes empresas para realizar o seu trabalho. A crise atingiu o cenário de shows gratuitos com artistas importados.
E o jornal, ao ilustrar sua matéria de maneira generalizada, favorável à ótica do produtor, ofende os artistas sorocabanos que trabalham diariamente para levar ao seu público momentos de sensibilidade e emoção.
Afirmar que o "cenário cultural" é feito de artistas importados, por meio exclusivo de leis de renúncia fiscal é reduzir o artista sorocabano à condição de marginal. E ainda mais grave é quando essa afirmação é feita pelo jornal de maior circulação na cidade, pois ignora todos os inúmeros projetos viabilizados pela LINC, Secult e até mesmo Fundec.
Esses projetos, sim, podem ser encarados como revolucionários, porque foram feitos por SOROCABANOS para SOROCABANOS. E revolucionários porque estão espalhados pela cidade, não restritos a uma praça no bairro nobre.
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