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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Redes wi-fi em Sorocaba

Um novo post depois de quase 4 meses de ausência no blog. Muito trabalho, muitos problemas, mas também um Twitter muito mais atualizado. A rapidez e a mobilidade da ferramenta acabaram diminuindo consideravelmente meus updates por aqui. Mas, enfim, voltei porque o assunto não poderia ser tratado por lá.

Desde que comprei um iPod Touch tenho usado-o quase como um computador portátil. A facilidade na sua utilização tem-me feito praticamente abandonar o PC. E como passo muito tempo do meu dia fora de casa, comecei a caçar aqui em Sorocaba os lugares que oferecem acesso à internet por wi-fi. Foi até motivo de um twit há algum tempo a quase inexistência de estabelecimentos que acordaram para o poder de fidelização que um sistema de internet sem fio proporciona.

Obviamente, digo isso como heavy-user de internet, que depende do acesso para o trabalho e satisfação pessoal (hahahahaha). Mas falo de fidelização porque se encontro um local com wi-fi, passo lá muito mais tempo do que passaria normalmente, gastando, obviamente, muito mais.

Então, vamos à lista de bares com acesso à internet:

Salomé: Tem wi-fi com alcance bastante amplo. Já cheguei a encontrar sinal do roteador a duas quadras do bar. Rede fechada, é só solicitar a senha ao garçom.

Quiosque da Brahma no Shopping Esplanada: Rede fechada; é necessário solicitar a senha no balcão. Velocidade bem alta.

Jucalemão: Rede aberta, sem necessidade de senha. Velocidade alta e alcance amplo. Já twitei de dentro do cinema do Esplanada usando essa rede.

Baronesas: Rede fechada. Velocidade boa. O problema é o bar, completamente fechado e quente. Vale a pena entrar pra pegar uma cerveja, a senha e ficar do lado de fora.

Snooker do Gastão: Botequinho simpático na Vila Santana, em frente à igreja Santa Rita. Parei lá um dia para me refrescar da maratona de bike e achei uma rede aberta e bem rápida.

Praça de alimentação do Extra Santa Rosália: rede aberta e bem ruim. Sinal difícil de ser encontrado e lento. No mesmo local tem uma rede do Mc Donald’s, que muito de vez em quando funciona.

Tentáculos: a loja de roupas customizadas, que oferece pocket shows sempre, tem uma rede bem rápida. Fechada, é necessário pedir a senha.

Maranello: Localizado na marginal que liga Sorocaba a Votorantim, o posto oferece uma rede rápida e de alcance bem amplo. Para aquele twit de conveniência, vale a pena. Peça a senha no balcão.

Micheluccio: Oferece wi-fi fechada, com alcance bem amplo.

Ragazzo: rede fechada, mas lenta. Instável, já não encontrei o sinal dentro do restaurante ou achei de dentro do Burger King.

Fran’s Café: a rede funciona pelo sistema da Vex. Você só conecta se já tiver um provedor contratado. Tentei comprar um Voucher para utilizar, mas é absurdamente caro. Não vale a pena.

Paiol: Oferece wi-fi, mas ainda não testei. Recebi a dica pelo @grecodeluca. De acordo com ele, a rede é fechada e não muito rápida. Para acessar, é só pedir a senha ao "garção".

Expresso: Esse só descobri porque o @grecodeluca contou. Não curto o lugar; gente feia e mal educada compõem sua peculiar fauna. Mas oferece uma rede fechada e rápida.

Asteroid: o bar do pessoal do Wry tem wi-fi fechada e rápida. Basta solicitar a senha na recepção. Aliás, foi a resposta deles a um twit meu que motivou este post.

Padaria Real: Em pleno apagão que assolou 18 estados brasileiros, a Padaria Real do Campolim foi um dos poucos lugares que se mantiveram acesos, sem prejuízo das geladeiras ou do sistema de pagamentos. Fiquei twitando de lá enquanto a cidade estava às escuras. Uma rede rápida e aberta, que só caiu no início da madrugada porque a Net (Skavurska!) como um todo caiu.

Sucaria Saziki: Para os abstêmios que reclamam que só listei bares, segue uma opção saudável. A tradicional sucaria do Campolim oferece acesso à internet por uma rede fechada. Mas é só pedir a senha no balcão. No dia em que testei o acesso demorou muito, bastante lento. Testarei novamente em breve.

Botequim da Francisca: O bar das cervejas do mundo todo tem uma rede rápida e estável. Fechada, basta solicitar a senha ao garçom.

Rede Pública de Sorocaba: A pior de todas as redes wi-fi a que já me tentei conectar. Desculpem o termo, mas PQP, é um serviço dos mais porcos que já vi. Tipo o piso do centro. Fica o recado para a administração municipal: se não sabe brincar, não desce pro play. Não ofereça um serviço que não domina.

Aos poucos, atualizarei o post. Se você conhece mais alguma rede, comente e vamos aumentar essa lista. Comentem também as impressões que tiveram sobre cada estabelecimento e em quais seria muito interessante uma rede wi-fi disponível.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A velha ladainha do jornalismo escroto

Aqui em Sorocaba eu não sou exatamente conhecido pela sutileza no trato com a imprensa e seus sucessivos deslizes no tratamento das questões culturais. Só no último ano foram travadas várias discussões, seja pela falta de espaço nas editorias de cultura, pelos equívocos publicados e até mesmo pela incapacidade de alguns profissionais da comunicação em levar ao leitor uma matéria absolutamente coerente.

Após brigas, sugestões e promessas de um relacionamento mais próximo, cooperativo, guardei minhas críticas para momentos específicos. Ao mesmo tempo, conservei a ferramenta do blog para a publicação dos meus comentários que foram vetados pelos jornais. É ótima essa relação, porque mesmo quando o jornal não publica, o conteúdo fica disponível para leitura. E de acordo com os dados do Analytics, os jornais me acessam, me lêem.

Então, hoje (08/02) o jornal Cruzeiro do Sul publicou entrevista com o produtor Marco de Almeida, responsável pela vinda de alguns shows para a cidade, com a manchete “Crise atinge cenário cultural em Sorocaba”. Pensando que se tratava de uma matéria séria, o que li me revoltou, ao enxergar no jornal o preconceito e o descaso pelo que se produz na cidade com o esforço de inúmeros artistas.

Abaixo, segue o texto que enviei ao jornal. Como não acredito na sua publicação pela instituição (nem uma seção de errata eles têm, por que permitiriam que um moleque apontasse o dedo nas suas belas fuças?), posto logo abaixo:

Infelizmente, o jornal abre espaço para a discussão de política cultural novamente pelo viés errado.

A crise não atingiu o cenário cultural sorocabano. A crise atingiu o produtor que depende das grandes empresas para realizar o seu trabalho. A crise atingiu o cenário de shows gratuitos com artistas importados.

E o jornal, ao ilustrar sua matéria de maneira generalizada, favorável à ótica do produtor, ofende os artistas sorocabanos que trabalham diariamente para levar ao seu público momentos de sensibilidade e emoção.


Afirmar que o "cenário cultural" é feito de artistas importados, por meio exclusivo de leis de renúncia fiscal é reduzir o artista sorocabano à condição de marginal. E ainda mais grave é quando essa afirmação é feita pelo jornal de maior circulação na cidade, pois ignora todos os inúmeros projetos viabilizados pela LINC, Secult e até mesmo Fundec.

Esses projetos, sim, podem ser encarados como revolucionários, porque foram feitos por SOROCABANOS para SOROCABANOS. E revolucionários porque estão espalhados pela cidade, não restritos a uma praça no bairro nobre.


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sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Karnak

"Neste exato momento eu tô voando... eu tô voando..."

Às vezes, o Programa do Jô serve pra alguma coisa. Neste caso, quando ainda era "Jô Soares Onze e Meia", mas começava à meia-noite e meia, pude conhecer uma banda de 10 integrantes e um cachorro chamada
Karnak.

O múltiplo André Abujamra apresentava a banda já no seu segundo disco "Universo Umbigo". Me apaixonei pelas músicas e o clima dos caras e saí à cata dos seus discos. O primeiro, "Karnak", só consegui achar pesquisando na Transa Som. O segundo, por incrível que pareça, achei numa baciada das Lojas Americanas, após procurar muito, vendo inúmeras vezes aquela cara de hein? dos balconistas, quando eu perguntava por Karnak ou Universo Umbigo.

Fui em dois ou três shows dos caras, aqui mesmo em Sorocaba, há quase dez anos atrás. Perdi meu CD Universo Umbigo quando, burro, emprestei-o para uma amiga. Pior: esse disco, por conta de uma treta com a gravadora Velas, nunca mais foi lançado. Em 2001, quando lançaram "Estamos Adorando Tokio", percorri as bancas de Sorocaba e da Paulista à procura e acabei achando-o, do nada, em São Roque, numa banquinha simplória.

Hoje, os caras vão fazer um show aqui em Sorocaba, no SESC. Já que estamos no interiorrrr, segue "Juvenar":

Tá frio aqui,
Tá muito poluido,
Eu tô triste, eu tô aborrecido

Tá feio aqui,
Tá muita poluição,
Tá fedido fumaça de caminhão

Eu tô cansado da cidade, eu quero ir pro mato
Tem de tudo lá: porco, galinha, pato
Tem carroça, tem cachorro, tem carro de boi
Correguinho sempre tem

Eu tô cansado da cidade, eu quero ir pro mato
Tem de tudo lá: porco, galinha, pato
Tem carroça, tem cachorro, tem carro de boi
Correguinho sempre tem

Juvenar, Juvenar, vem tirar o leite
São 6 horas da manhã,
Juvenar, Juvernar,
Juvenar, Juvernar

Juvenar, Juvenar, vem tirar o leite
São 6 horas da manhã,
Juvenar, Juvernar,
Juvenar, Juvernar

Tá frio aqui,
Tá muito poluido,
Eu tô triste, eu tô aborrecido

Tá feio aqui,
Tá muita poluição,
Tá fedido fumaça de caminhão

Eu tô cansado da cidade, eu quero ir pro mato
Tem de tudo lá: porco, galinha, pato
Tem carroça, tem cachorro, tem carro de boi
Correguinho sempre tem

Eu tô cansado da cidade, eu quero ir pro mato
Tem de tudo lá: porco, galinha, pato
Tem carroça, tem cachorro, tem carro de boi
Correguinho sempre tem

Juvenar, Juvenar, vem tirar o leite
São 6 horas da manhã,
Juvenar, Juvernar,
Juvenar, Juvernar

Juvenar, Juvenar, vem tirar o leite
São 6 horas da manhã,
Juvenar, Juvernar,
Juvenar, Juvernar

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